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100 Borboletas no estômago

100 Borboletas no estômago

17.09.20

Caos

Tânia Garcia
Então é assim... Andamos nós desde Março com o psicológico completamente massacrado, a entupirem-nos de normas, orientações, recomendações e o raio que os parta, para no fim a mensagem ser clara. Temos obrigação de manter os nossos filhos fechados em casa, sob pena de coimas e ameaças, que somos todos agentes da saúde pública e blá, blá, blá... E a 2 dias de começarem as aulas, recebo o horário escolar da minha filha e as normas de segurança que a escola impõe. E é (...)
22.06.20

Vamos falar de saúde mental?

Tânia Garcia
Tão verdade ❤ Nem sempre a caminhada é fácil e os caminhos a direito. Muitas vezes ficamos retidos a meio a obter fôlego para a restante jornada. Não sabemos para onde vamos, nem ao que vamos. As lições, essas, vamos retirando pelo caminho. Não há fórmulas mágicas, bússolas ou GPS para caminhar pela vida. Aproveitemos então, enquanto cá andamos, para brindar ao amor, à empatia, à solidariedade, a todas as coisas boas por vezes abafadas pelas de menor interesse. Desistir (...)
03.06.20

Desconfinando

Tânia Garcia
Desconfinei senhores!!!! E deconfinei que foi um mimo. 1° dia de trabalho dou um jeito às costas que até me custa comer 🙄, 2 meses e meio em casa e a mais velha passa-me a noite toda a vomitar logo no primeiro dia de trabalho. 🤦‍♀️ Conclusão: olheiras até ao joelho, disfaçadas com muito betume. Mas fora isso tudo tranquilo. Descobri que agora acumulo funções de vigilante, visto ter de estar constantemente a pedir às almas penadas que se arrastam por aí, que, a não (...)
07.05.20

Dia 54

Tânia Garcia
• Dia 54 E hoje foi dia de sacudir as toalhas e sentar na relva. A vida é para ser vivda com precaução, mas sem nunca nos esquecer-mos que só teremos esta, portanto toca de criar memórias e histórias com os nossos. É tempo de aproveitar todo o tempo que não tivemos até agora. Sei que me tiram do sério tantas vezes ao dia, que às vezes acho que o meu dia tem bem mais que 24h. Mas não os troco por nada. São uma mini versão minha, o que é deveras assustador. Parece que às (...)
06.05.20

Dias 47 a 53

Tânia Garcia
• Dias 47 a 53 Vamos fazer um minuto de silêncio pela minha sala que estava arrumada à 5min atrás e aproveitar para contemplar as minhas maravilhosas garras feitas pela minha anocas @ac.nails.ritualdocorpo É muito amor numas unhas completamente roidas e desfeitas após 53 dias isolamento. Eu acho que elas eram um espelho da minha alma. Agora até tenho medo de trocar uma fralda e estragar esta obra de arte. Estou tão feliz que me vou esquecer da sala desarrumada e arrumar tudo (...)
30.04.20

Dias 44 a 46

Tânia Garcia
• Dias 44 a 46 E aos poucos, muito poucos mesmo, vamos desconfinando deste confinamento obrigatório para o bem de todos. Baby steps... 20min de ar livre que souberam a 46 dias de isolamento. Nunca seremos os mesmos, mas podemos ser melhores. Se todos formos responsáveis pela nossa parte. A partir de 2a, começa o maior desafio pós quarentena. A quem puder se dar ao luxo de ficar em casa, que fique, que se proteja e que não estrague o que foi feito até agora. Para que estes momentos (...)
27.04.20

Dia 38 a 43

Tânia Garcia
• Dia 38 a 43 Passou-se quase 1 semana desde o último post. Foi propositado. Quis desanuviar da bolha de isolamento e viver a vida. Li que me fartei e ainda continuo a ler. Vi séries e documentários. Percebi que a Masha apesar de insuportável até gosta do Urso. Gastei algumas palavras até à exaustão, entre elas o "está sossegado", "ainda te vais magoar a sério", "pára de correr" ou "tu só sabes correr? Não sabes andar?". O nome Lourenço foi usado bastantes vezes, mas o (...)
19.04.20

Dia 33 a 35

Tânia Garcia
• Dias 33 a 35 Que este tempo em que temos tempo sirva também para isto. Para conciliarmos-nos connosco e com o nosso passado. Há coisas que vão sempre magoar, mas seguir em frente é um exercício que requer esforço e coragem. Ainda tem dias que tenho as minhas crises de ansiedade, ainda tenho noites de pesadelos, ainda deito lágrimas, mas a vida ensina a curar as feridas. Ficam as cicatrizes, mas somos muito mais que marcas do passado. Não o podemos mudar, mas podemos escrever o (...)